Por Tom Neto

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Tutorial: Como criar fotos em HDR no seu computador

Nível: Básico
Número de passos: 5

HDR é a abreviação do termo em inglês High Dynamic Range, ou traduzindo, Grande Alcance Dinâmico. O HDR é um método utilizado em computação gráfica, fotografia ou processamento de imagens para aumentar o alcance dinâmico, trecho entre o valor mais claro e escuro de uma imagem.

Essa técnica visa captar todos os detalhes de uma imagem, destacando áreas que recebem menos ou mais quantidade de luz, sem que a sua imagem fique estourada ou escura demais. Com isso, é possível simular superfícies com acabamentos diferentes, melhorar a percepção de cores e exaltar a profundidade.

A técnica consiste em unir três fotos do mesmo momento com quantidades de luz diferentes, em uma só. O site YoHDR criou uma forma fácil e rápida de realizar esse efeito.

YoHDR (Foto: Reprodução)
YoHDR (Foto: Reprodução)

O processo é feito da seguinte forma:

Passo 1. Tire três fotos da mesma cena. Uma mais escura que o ideal, outra mais clara e a outra com a quantidade de luz ideal. Talvez sua câmera digital tenha uma ferramenta chamada AEB, Automatic Exposure Bracketing, que tire três fotos sucessivas, capturando essas quantidades diferentes de luz necessárias para o HDR;

Passo 2. Entre no site YoHDR;

Passo 3. Vá até os links de upload para suas imagens. Escolha “Pick dark photo” para sua imagem mais escura, “Pick normal photo” para sua imagem normal e “Pick bright photo” para sua imagem mais clara;

Passo 4. Clique em Upload e espere carregar;

Passo 5. Suas fotos originais vão aparecer no lado esquerdo da tela, e sua foto HDR aparecerá no lado direito. Clique em Vivid ou Natural para fazer o download da nova versão da sua foto.

Por enquanto, o site é gratuito. No entanto, há planos de cobrar o serviço quando a versão beta for criada.

Tutorial: Como adicionar uma assinatura com imagem no Gmail

Nível: Básico
Passos: 6

Uma assinatura pessoal é uma forma prática de adicionar uma marca padronizada em todas os nossos e-mails, além de um toque mais sério e profissional à mensagem. Porém, mais profissional ainda fica um e-mail assinado com uma imagem, seja ela de uma empresa, marca, ou uma criação personalizada.

Nós já mostramos como adicionar uma assinatura com imagem no Hotmail. Agora, explicaremos como realizar o mesmo processo no Gmail, e o melhor: sem a necessidade de utilização de URLs ou códigos em HTML. Veja como funciona:

Passo 1. Acesse a sua conta do Gmail.

Passo 2. Em seguida, no canto superior direito, clique sobre o símbolo de engrenagem e selecione a opção “Configurações do Google”.

Passo 3. Na página de configurações, selecione a aba “Labs”. Nela, localize e ative os recursos “Inserção de imagens” e “Respostas predeterminadas”.

Ativando os recursos do Labs (Foto: Reprodução/TechTudo)
Ativando os recursos do Labs 

Passo 4. Com os dois recursos ativados, clique em “Escrever e-mail” para iniciar a composição de uma nova mensagem.

Passo 5. No corpo da mensagem, digite o texto que deverá compor a assinatura, clique em “Inserir imagem” (símbolo de paisagem) e localize o arquivo de imagem desejado.

Passo 6. Por último, ao lado de “Inserir”, clique em “Respostas predeterminadas” e selecione a opção “Salvar: nova resposta predeterminada”. Obs.: para facilitar, nomeie-a como “Assinatura pessoal”.

Agora, sempre que for escrever um e-mail e desejar adicionar a assinatura pessoal criada, basta clicar em “Respostas predeterminadas” e selecionar o item “Assinatura pessoal”, nomeado no passo anterior.

Os Contos da Cantuária

The Canterbury Tales (Os Contos da Cantuária, ou Os Contos de Canterbury, em inglês) é uma coleção de histórias (duas delas emprosa, e outras vinte e duas em verso) escritas a partir de 1387 por Geoffrey Chaucer, considerado um dos consolidadores da língua inglesa. Na obra, cada conto é narrado por um peregrino de um grupo que realiza uma viagem desde Southwark (Londres) à Catedral de Cantuária para visitar o túmulo de São Thomas Becket. A estrutura geral é inspirada no Decamerão, de Boccaccio.

A coleção de personagens dos Contos da Cantuária é muito rica, com representantes de todas as classes sociais, e os temas são igualmente variados. Os contos são recheados de acontecimentos curiosos, passagens pitorescas, citações clássicas, ensinamentos morais, relacionados à vida e aos costumes do século XIV na Inglaterra. Escrita em inglês médio, a obra foi importante na consolidação deste idioma como língua literária em substituição ao francês e ao latim, ainda utilizados na época de Chaucer em preferência ao inglês.

Redação e manuscritos

Não se sabe ao certo quando foram escritos os Contos da Cantuária, mas menções em outras obras de Chaucer permitem

concluir que a maior parte dos contos foi redatada a partir dos últimos anos da década de 1380 até a morte do autor, em 1400. De acordo com o que Chaucer explica no Prólogo Geral da obra, o plano original previa que haveria quatro contos por cada personagem. Chaucer morreu sem conseguir completar esse imenso plano, e assim a obra pode ser considerada inacabada. Além disso há um conto, o do Cozinheiro, que permaneceu sem o final.

Existem atualmente 83 manuscritos medievais dos Contos, com textos mais ou menos completos. Esse grande número de manuscritos é evidência da grande popularidade da obra ao longo do século XV na Inglaterra. Nenhum deles é do punho do própro Chaucer, mas alguns parecem haver sido copiados por escribas pouco tempo depois da sua morte. Um dos mais importantes é o manuscrito Hengwrt, copiado entre 1400 e 1410 e quase completo, que preserva a linguagem de Chaucer com bastante exatidão. O manuscrito mais famoso, apesar de ter muitas edições que o afastam do original de

Chaucer, é o manuscrito Ellesmere, belamente decorado com iluminuras.

A primeira versão impressa dos Contos foi publicada em 1476 por William Caxton em Westminster, seguida de outra em 1483. A obra foi, assim, a primeira grande obra em língua inglesa a ser impressa. Seguiram-se muitas outras edições ao

longo dos séculos seguintes.

Os diferentes manuscritos da obra apresentam os contos em diferente ordem, não sendo sabido a ordem pensada por Chaucer. Alguns, porém, apresentam clara relação um com o outro, o que ajuda a estabelecer uma ordem de alguns contos, agrupados em “fragmentos”. Um ordenamento popular nas edições dos Contos é o seguinte:

Fragmento Contos
Fragmento I(A) Prólogo geral, Cavaleiro, Moleiro, Carpinteiro, Cozinheiro
Fragmento II(B¹) Jurista
Fragmento VII(B²) Marinheiro, Prioresa, Sir Thopas, Melibeu, Monge, Capelão das monjas
Fragmento VI(C) Médico, Vendedor de indulgências
Fragmento III(D) Mulher de Bath, Frade mendicante, Oficial de justiça
Fragmento IV(E) Estudante, Mercador
Fragmento V(F) Escudeiro, Proprietário de terras
Fragmento VIII(G) Segunda freira, Criado do cônego
Fragmento IX(H) Provedor
Fragmento X(I) Pároco, Retratação de Chaucer

Linguagem

Chaucer escreveu em inglês médio, mais especificamente no dialeto londrino, que com o tempo contribuiria ao dialeto adotado como padrão para a burocracia inglesa (o Padrão da Chancelaria – Chancery Standard). A pronúncia na linguagem dos Contos difere em muitos aspectos da pronúncia do inglês atual, o que dificulta a leitura do original pelo leitor moderno. A maior causa destas diferenças é que a chamadaGrande Mudança Vocálica não havia ainda ocorrido completamente e, como consequencia, muitas das vogais de Chaucer eram pronunciadas de uma maneira mais parecida ao latim, italiano ou português que ao inglês moderno. Por exemplo, a palavra “been” (particípio passado do verbo to be) era pronunciada “ben” (/be:/, com um longo “e”) ao invés de “bin” (/bi:/, longo “i”) como no inglês moderno.

Fontes

Chaucer era um homem de letras culto e seus escritos demonstram grande conhecimento de obras como a Bíblia e o Romance da Rosa e autores como OvídioDantePetrarca e Boécio (deste último chegou a traduzir a Consolação da Filosofia ao inglês).  Também era grande conhecedor de escritores ingleses contemporâneos, como seu amigo John Gower, e textos morais e religiosos diversos. Há referências a várias destas obras e autores nos Contos da Cantuária.

Em relação à forma narrativa geral, considera-se que a fonte mais importante de Chaucer na composição dos Contos foi o Decamerão, deBocácio.  Esta última obra também apresenta uma coleção de contos narrada por um grupo de pessoas, e vários dos contos do escritor inglês tem um paralelo na obra do italiano. A grande originalidade de Chaucer está no universo dos contos e dos personagens: enquanto noDecamerão os narradores de contos são nobres fugidos da peste negra, na obra de Chaucer encontram-se personagens de todas as classes sociais, desde o povo comum (moleiro, cozinheiro etc), religiosos (monge, prioresa) e nobres (cavaleiro, escudeiro). Cada um destes personagens narra um conto de acordo com sua visão de mundo, evidenciando a grande capacidade narrativa de Chaucer.

Argumento

A obra centra-se num grupo viajantes que, saindo da pousada Tabard em Southwark (Londres), dirigem-se à Catedral de Cantuária, com o objetivo de prestar homenagem ao santuário de São Thomas Becket, um bispo católico assassinado, em 1770, por partidários do rei Henrique II de Inglaterra.

Entre os viajantes está o próprio Chaucer. No Prólogo, o autor descreve em primeira pessoa os peregrinos reunidos na pousada, das mais variadas posições sociais e ofícios. As descrições são muito detalhadas, incluindo a aparência física, defeitos e virtudes de personalidade e dados da biografia. Os personagens incluem um cavaleiro e seu escudeiro, um mercador, monges, um frade mendicante, uma prioresa, um pároco, um vendedor de indulgências, um estudante, alguns profissionais liberais (um médico, um advogado, um jurista), um moleiro, um feitor, um cozinheiro, um marinheiro, um carpinteiro, um tintureiro, um tapeceiro, um marujo, um lavrador e uma viúva de cinco maridos. Assim, quase toda a sociedade medieval está retratada entre os peregrinos.

Ainda na pousada, por sugestão do hoteleiro, os personagens decidem passar o tempo durante a viagem contando histórias. Aquele que contar o melhor conto, na opinião da maioria, ganhará um jantar grátis. A partir desse ponto cada personagem conta um conto, de uma grande variedade temática, de acordo com a posição social de cada um. Muitos dos relatos são precedidos por um pequeno prólogo, e muitos são comentados entre os personagens depois de serem contados.

A variedade dos contos é evidente desde o início. O primeiro conto é o do cavaleiro, que narra uma história heroica típica dos romances de cavalaria da época, em que os valores principais são o amor cortês, a coragem e a honra. Segue-se o relato do moleiro, que conta uma história totalmente diferente, de caráter mundano e erótico e com uma linguagem de baixo calão, sobre como um estudante universitário engana o proprietário de sua casa para dormir com a mulher deste. Os contos que se seguem são de grande variedade, segundo a personalidade e o estrato social do narrador.

No final da obra Chaucer incluiu uma retratação, em que desculpa-se a Deus e aos leitores pelo baixo nível moral de alguns contos.

Influência

Diz-se frequentemente que as obras de Chaucer em geral e Os Contos da Cantuária em particular contribuíram para que a língua inglesa se popularizara como língua literária, uma vez que desde a conquista normanda da Inglaterra até o século XIV as línguas de maior prestígio no país foram o latim e o francês. É verdade, porém, que outros escritores contemporâneos de Chaucer também escreveram em inglês, de maneira que também é possível considerar os Contos como uma parte – importante – da tendência de adoção da língua vernacular como língua literária na Inglaterra de finais do século XIV.

Evidência da importância dada aos Os Contos da Cantuária é a existência de continuadores que adicionaram material à obra inacabada ou criaram contos novos. O Conto do Cozinheiro, deixado inacabado, foi completado por um escriba anônimo. Outra adição é o Conto do Camponês (Plowman’s Tale), um conto anônimo do século XV incorporado a alguns manuscritos.  Já o anônimo Conto de Beryn (Tale of Beryn), também do século XV, narra a chegada dos peregrinos à Cantuária e as aventuras amorosas do vendedor de indulgências. Um contemporâneo de Chaucer, o escritor John Lydgate, escreveu o Cerco de Tebas (Siege of Thebes, 1420) como um conto adicional dos Contos da Cantuária, incluindo a si mesmo como um dos peregrinos.

Os Contos foram impressos várias vezes a partir de fins do século XV, garantindo assim a influência da obra nas seguintes gerações de escritores ingleses. Um exemplo dessa influência é a peça teatral Os Dois Nobres Parentes, de William Shakespeare e John Fletcher, uma adaptação do Conto do Cavaleiro de Chaucer datada do início do século XVII.

Belga que teve 56 estrelas tatuadas no rosto vai passar por cirurgia

A jovem que mentiu acusando um homem de ter tatuado 56 estrelas no rosto dela, contra a vontade, vai passar por uma cirurgia a laser para remover os astros celestes. O procedimento vai custar o equivalente a 23 mil reais.  A belga Kimberley Vlaminck, de 20 anos, contou ao pai que o tatuador romeno Rouslan Toumaniantz (foto abaixo) havia feito o trabalho sem autorização enquanto ela dormia.  E mais: a jovem argumentou que Rouslan, que só fala flamengo, não entendera as suas instruções em inglês e francês.

Assim, demonstrando ira, Kimberley disse que processaria o tatuador pois havia se tornado uma aberração, sem poder sair de casa.  A farsa acabou ruindo e a belga confessou que todas as estrelas foram tatuadas a pedido dela.

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