Acessórios geek
Antes, ficar na frente do computador por muito tempo era coisa de ‘menino amarelo’, rotulado por muitos como nerd, mas sempre de forma pejorativa. Com o avanço da tecnologia e a dependência cada vez maior de todos nós por aparelhos eletrônicos, ser geek parece estar super na moda. E nada mais justo que já se comece a pensar em produtos direcionados para este público crescente a cada ano. Confessa que a ‘porção’ geek dentro de você está querendo jóias como estas. Eu admito, adoraria.
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Vendedor processa idosa acusada de dar tapas no bumbum dele

Um vendedor de 40 anos está acusando uma mulher de 68, colega de trabalho dele, de o assediar sexualmente. Segundo Konstantinos Kalomoiris, a mulher lhe deu um tapa no bumbum em três oportunidades durante o expediente na loja de departamentos John Lewis, em Londres.
No processo, Konstantinos argumenta que pediu para que Bianca Revrenna parasse com tal comportamento, mas não foi atendido. A idosa teria dito: “Faço isso com todos os garotos”.
“Toda vez que fazia aquilo ela deixava a mão sobre as minhas nádegas por uns dois segundos, como se estivesse tendo prazer com o gesto”, disse o vendedor em um tribunal.
Bianca se defendeu afirmando que tocara o traseiro de Konstantinos “como se fosse sua avó”.
“Estou surpresa que tudo tenha dado nisso (processo)”, comentou a idosa, segundo o “Sun”.
Rapper poeta entoa 60 palavras em pouco mais de 3 segundos
George Watsky
George Watsky é uma mistura de poeta e rapper. A velocidade com que ele entoa os seus raps impressiona, e o americano de 23 anos virou sensação na web. Um vídeo dele já foi visto mais de 1,3 milhão de vezes no YouTube. Ele consegue entoar 60 palavras em pouco mais de 3 segundos:
“I’m sick of doubt/But I’m looking at the wall/Part of me was hoping to be caught up in the moment and to be open to the good and the God in me/But i got a lobotomy and i get that I oughtta become a bit of an oddity when somebody gets offended by the thought of me.”
Assista a uma demonstração da incrível habilidade de Watsky: “ele é o cara!”
Alunas de Oxford e Cambridge ficam de lingerie na neve por prêmio


Alunos das prestigiosas universidades de Oxford e Cambridge participaram de uma tradicional competição em resort de Val Thorens (França) que teve muitos momentos picantes. Para ganhar um viagem grátis a um hotel cinco estrelas na Áustria, em uma das provas as competidoras ficaram de lingerie em temperatura gelada. Algumas chegaram a tirar o sutiã, sentindo na pele os flocos de neve. Casais mais ousados simularam atos sexuais, devidamente documentados pela animada plateia.
Em outra modalidade, os perdedores foram obrigados a beber urina. Os participantes também foram desafiados a comer o máximo de neve em um minuto.


A vencedora geral foi uma turma de Oxford, pela seguinte façanha:
Um ovo foi colocado no meio das nádegas de um aluno e um outro o quebrou usando uma garrafa de vinho.
A disputa existe desde 1922, mas desta vez os participantes levaram a competição a um nível nunca visto, disseram ao “Daily Mail” pessoas que acompanharam esta e outras edições.
A cura dentro de nós
Perto da deficiência física, porém, o nascimento de fetos anencéfalos é um problema pequeno. Segundo o IBGE, existem 937 mil brasileiros paraplégicos, tetraplégicos ou com um lado do corpo paralisado. Sem conseguir se mexer, muitos acabam morrendo por causa das escaras, feridas na pele criadas pela falta de circulação do sangue. Foram elas que mataram, em outubro de ano passado, o ator americano Christopher Reeve, célebre no papel do Super-Homem e ativista em prol dos estudos com células-tronco. Desde a década de 1980, esse tipo de células vem dando esperança a quem antes pensava que nunca voltaria a andar. Mas o futuro dessas pesquisas também está ligado à polêmica sobre onde começa a vida humana.
Do mesmo modo que as primeiras células que formam o embrião humano, ascélulas-tronco são como curingas: ainda não foram diferenciadas para formar os tecidos que compõem o organismo. Podem se transformar em células ósseas, renais, neurônios, dependendo da necessidade e do poder de regeneração de cada órgão. Mesmo depois do nascimento, o corpo conserva essas células, sobretudo no cordão umbilical e na medula óssea. Injetando ou incentivando a migração de células-tronco adultas da medula para o coração, por exemplo, os cientistas estão conseguindo fazer o principal órgão humano se regenerar. Em pouco mais de um mês, pacientes com insuficiência cardíaca provocada por infartos ganham vida nova. A idéia é que a técnica das células-tronco, eleita pela revista Science como a mais importante pesquisa biológica do milênio, possa curar problemas renais, hepáticos, lesões da medula espinhal, mal de Alzheimer e até possibilitem a criação de órgãos em laboratório.
Até aí, nenhum conflito ético. Em 1998, porém, descobriu-se que as células-tronco mais potentes, capazes de se transformar em qualquer um dos 216 tecidos humanos e se replicar com grande velocidade, são as originais, o resultado da fecundação do óvulo com o espermatozóide. Os cientistas utilizam embriões com 3 a 4 dias de desenvolvimento (e entre 16 e 32 células), que sobram do processo de fertilização in vitro em clínicas especializadas. No laboratório, as células-tronco são retiradas num processo que provoca a destruição do embrião. Mas, se a vida começa na fecundação, os cientistas estariam lidando, em seus tubos de ensaio, com seres humanos vivos. O mesmo problema ético acontece com a inseminação artificial, que cria diversos embriões em laboratório e depois os descarta ou os congela. Não só os religiosos consideram essas técnicas um absurdo.
“Assim como não dá para dizer que matar um jovem é melhor que matar um adulto, não há diferença de dignidade entre um embrião e um feto de 6 meses”, afirma o professor Dalton, da USP. Um embrião, apesar de ser um amontoado de meia dúzia de células, muito menos complexo que uma mosca, carrega toda a informação genética necessária para a formação de um indivíduo. Nos seus 23 cromossomos paternos e 23 maternos, estão os 30 mil genes que determinarão os traços, a cor dos olhos, da pele, do cabelo, além de doenças como a síndrome de Down. Pensando nisso, países como a França chegaram a proibir pesquisas com células-tronco embrionárias. Hoje, os franceses permitem esses estudos, assim como a maioria dos outros países europeus e do Brasil. Desde março deste ano, a Lei de Biossegurança permite o uso de embriões descartados por clínicas de fertilização e congelados há pelo menos 3 anos – o prazo foi definido para evitar a produção de embriões exclusivamente para estudos. Há no país 20 mil embriões em condições de pesquisa dentro da lei. Mas uma ação de inconstitucionalidade movida pelo ex-procurador-geral da República Claudio Fonteles coloca o assunto em xeque.
Quer dizer então que o governo brasileiro proíbe o aborto mas permite a manipulação de embriões humanos vivos? Depende do que você considera humanos vivos. “A vida começou há milhões de anos e cada um de nós é fruto contínuo daquele processo”, afirma Fermin Roland Schramm, presidente da Sociedade de Bioética do Estado do Rio de Janeiro (Sbrio). “A pergunta pertinente não é quando começa a vida, mas quando começa uma vida relevante do ponto de vista ético. Um embrião num tubo de ensaio é apenas uma possibilidade de vida, assim como eu sou um morto em potencial, mas ainda não estou morto.” Como logo após a fertilização o zigoto tem grande probabilidade de não se tornar uma gravidez e ainda pode se dividir, alguns cientistas preferem chamar o embrião que ainda não se fixou no útero de “pré-embrião”. “A ética considera relações entre seres, entre um ‘eu’ e um ‘tu’. É difícil considerar um embrião um ‘tu’”, diz Fermin. “Já quando ele começa a estabelecer uma relação com a mãe, a interrupção do processo passa a ser mais problemática do ponto de vista moral.”
Outro ponto a favor dos que estão mexendo com os embriões é que novidades da ciência sempre assustaram. Foi assim com a fertilização artificial, com o transplante de coração e até com a transfusão de sangue. Hoje, esses avanços são essenciais para a saúde pública. “A única certeza que temos em relação àscélulas-tronco adultas, encontradas no cordão umbilical, é que elas podem se diferenciar em células sanguíneas”, afirma a geneticista Mayana Zatz, do Instituto de Biociências da USP, considerada a principal voz da classe científica na aprovação do dispositivo da Lei de Biossegurança que trata da pesquisa com células-tronco embrionárias. “Nunca vamos descobrir o potencial das células-tronco embrionárias se não pudermos estudá-las.”
Polêmicas à parte, às células-tronco embrionárias mostram que a solução para os males que perturbam o ser humano pode estar em nós mesmos. Ao contrário da discussão sobre o aborto, a polêmica das células-tronco surgiu com o esforço de fazer aleijados levantar e andar, doentes renais ganhar órgãos novos, cardíacos ter o coração reforçado. É um jeito de usar a essência da vida para encarar o maior inimigo da ciência: a morte, que também está no grupo das palavras que provocam unaniminade. É impossível gostar dela. O problema é que também não sabemos exatamente o que é morte.
A ciência explica
O astrônomo Galileu Galilei (1554-1642) passou a vida fugindo da Igreja por causa de seus estudos de astronomia. Ironicamente, sem uma de suas invenções – o telescópio, fundamental para a criação do microscópio –, a Igreja não teria como fundamentar a tese de que a vida começa já na união do óvulo com o espermatozóide. Foi somente no século 17, após a invenção do aparelho, que os cientistas começaram a entender melhor o segredo da vida. Até então, ninguém sabia que o sêmen carregava espermatozóides. Mais tarde, por volta de 1870, os pesquisadores comprovaram que aqueles espermatozóides corriam até o óvulo, o fecundavam e, 9 meses depois, você sabe. Foi uma descoberta revolucionária. Fez os cientistas e religiosos da época deduzir que a vida começa com a criação de um indivíduo geneticamente único, ou seja, no momento da fertilização. É quando os genes originários de duas fontes se combinam para formar um indivíduo único com um conjunto diferente de genes.
Que bom se fosse tão simples assim. Hoje sabemos que não existe um momento único em que acontece a fecundação. O encontro do óvulo com oespermatozóide não é instantâneo. Em um primeiro momento, oespermatozóide penetra no óvulo, deixando sua cauda para fora. Horas depois, o espermatozóide já está dentro do óvulo, mas os dois ainda são coisas distintas. “Atualmente, os pesquisadores preferem enxergar a fertilização como um processo que ocorre em um período de 12 a 24 horas”, afirma o biólogo americano Scott Gilbert, no livro Biologia do Desenvolvimento. Além disso, são necessárias outras 24 horas para que os cromossomos contidos no espermatozóide se encontrem com os cromossomos do óvulo.
Quando a fecundação termina, temos um novo ser, certo? Também não é bem assim. A teoria da fecundação como início de vida sofre um abalo quando se leva em consideração que o embrião pode dar origem a dois ou mais embriões até 14 ou 15 dias após a fertilização. Como uma pessoa pode surgir nafecundação se depois ela se transforma em 2 ou 3 indivíduos? E tem mais complicação. É bem provável que o embrião nunca passe de um amontoado de células. Depois de fecundado numa das trompas, ele precisa percorrer um longo caminho até se fixar na parede do útero. Estima-se que mais de 50% dos óvulos fertilizados não tenham sucesso nessa missão e sejam abortados espontaneamente, expelidos com a menstruação.
Além dessa visão conhecida como “genética”, há pelo menos outras 4 grandes correntes científicas que apontam uma linha divisória para o início da vida. Uma delas estabelece que a vida humana se origina na gastrulação – estágio que ocorre no início da 3ª semana de gravidez, depois que o embrião, formado por 3 camadas distintas de células, chega ao útero da mãe. Nesse ponto, o embrião, que é menor que uma cabeça de alfinete, é um indivíduo único que não pode mais dar origem a duas ou mais pessoas. Ou seja, a partir desse momento, ele seria um ser humano.
Com base nessa visão, muitos médicos e ativistas defendem o uso da pílula do dia seguinte, medicação que dificulta o encontro do espermatozóide com o óvulo ou, caso a fecundação tenha ocorrido, provoca descamações no útero que impedem a fixação do zigoto. Para os que brigam pelo o direito doembrião à vida, a pílula do dia seguinte equivale a uma arma carregada.
Para complicar ainda mais, há uma terceira corrente científica defendendo que para saber o que é vida, basta entender o que é morte. E países como o Brasil e os EUA definem a morte como a ausência de ondas cerebrais. A vida começaria, portanto, com o aparecimento dos primeiros sinais de atividade cerebral. E quando eles surgem? Bem, isso é outra polêmica. Existem duas hipóteses para a resposta. A primeira diz que já na 8ª semana de gravidez oembrião – do tamanho de uma jabuticaba – possui versões primitivas de todos os sistemas de órgãos básicos do corpo humano, incluindo o sistema nervoso. Na 5ª semana, os primeiros neurônios começam a aparecer; na 6ª semana, as primeiras sinapses podem ser reconhecidas; e com 7,5 semanas o embriãoapresenta os primeiros reflexos em resposta a estímulos. Assim, na 8ª semana, o feto – que já tem as feições faciais mais ou menos definidas, com mãos, pés e dedinhos – tem um circuito básico de 3 neurônios, a base de um sistema nervoso necessário para o pensamento racional.
A segunda hipótese aponta para a 20ª semana, quando a mulher consegue sentir os primeiros movimentos do feto, capaz de se sentar de pernas cruzadas, chutar, dar cotoveladas e até fazer caretas. É nessa fase que o tálamo, a central de distribuição de sinais sensoriais dentro do cérebro, está pronto. Se a menor dessas previsões, a de 8 semanas, for a correta, mais da metade dos abortos feitos nos EUA não interrompem vidas. Segundo o instituto americano Allan Guttmacher, ong especializada em estudos sobre oaborto, 59% dos abortos legais acontecem antes da 9ª semana.
Apesar da discordância em relação ao momento exato do início da vida humana, os defensores da visão neurológica querem dizer a mesma coisa: somente quando as primeiras conexões neurais são estabelecidas no córtex cerebral do feto ele se torna um ser humano. Depois, a formação dessas vias neurais resultará na aquisição da “humanidade”. E essa opinião também é partilhada por alguns teólogos cristãos, como Joseph Fletcher, um dos pioneiros no campo da bioética nos EUA. “Fletcher acreditava que, para se falar em ser humano, é preciso se falar em critérios de humanidade, como autoconsciência, comunicação, expressão da subjetividade e racionalidade”, diz o filósofo e teólogo João Batistiolle, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Para o filósofo Peter Singer, da Universidade de Princeton, nos EUA, levado às últimas conseqüências o critério da autoconsciência pode ser usado para considerar o infanticídio moralmente aceitável em algumas situações. Segundo ele, é lícito exterminar a vida de um embrião, feto, feto sem cérebro ou até de um recém-nascido extremamente debilitado se levarmos em conta que o bebê não têm consciência de si, sentido de futuro ou capacidade de se relacionar com os demais. “Se o feto não tem o mesmo direito à vida que a pessoa, é possível que o bebê recém-nascido também não tenha”, afirma o filósofo australiano, que atraiu a ira de grupos pró-vida que o acusam de ser nazista, embora 3 de seus avós tenham morrido no holocausto. “Pior seria prolongar a vida de um recém-nascido com deficiências graves e condenado a uma vida repleta de sofrimento.”
É o caso de bebês com anencefalia, que não têm o cérebro completamente formado. Dos fetos anencéfalos que nascem vivos, 98% morrem na 1ª semana. Os outros, nas semanas ou meses seguintes. Nesse caso, é melhor prolongar a existência do bebê ou abortar para evitar o sofrimento da criança? “Provavelmente, a vida de um chimpanzé normal vale mais a pena que a de uma pessoa nessa condição. Assim, poderia dizer que há circunstâncias em que seria mais grave tirar a vida de um não-humano que de um humano”, alega Singer. A tese é recebida com desprezo no campo adversário. “Há testemunhos entre pais de pacientes desenganados pela medicina de que é possível viver uma positividade mesmo dentro da situação de sofrimento”, afirma Dalton Luiz de Paula Ramos, professor da USP e coordenador do Projeto Ciências da Vida, da PUC-SP. Em julho de 2004, o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu liminar liberando o aborto de fetos anencéfalos no país. A decisão final da Justiça, que pode legalizar definitivamente o aborto de anencéfalos no Brasil, deve sair a qualquer momento.
A história da vida
Saber onde começa a vida é uma pergunta antiga. Tão velha quanto a arte de perguntar – a questão despertou o interesse, por exemplo, do grego Platão, um dos pais da filosofia. Em seu livro República, Platão defendeu a interrupção da gestação em todas as mulheres que engravidassem após os 40 anos. Por trás da afirmação estava a idéia de que casais deveriam gerar filhos para o Estado durante um determinado período. Mas quando a mulher chegasse a idade avançada, essa função cessava e a indicação era clara: oaborto. Para Platão, não havia problema ético algum nesse ato. Ele acreditava que a alma entrava no corpo apenas no momento do nascimento.
As idéias do filósofo grego repercutiram durante séculos. Estavam por trás de alguns conceitos que nortearam a ciência na Roma antiga, onde a interrupção da gravidez era considerada legal e moralmente aceitável. Sêneca, um dos filósofos mais importantes da época, contou que era comum mulheres induzirem o aborto com o objetivo de preservar a beleza do corpo. Além disso, quando um habitante de Roma se opunha ao aborto era para obedecer à vontade do pai, que não queria ser privado de um filho a quem ele tinha direito.
A tolerância ao aborto não queria dizer que as sociedades clássicas estavam livres de polêmicas semelhantes às que enfrentamos hoje. Contemporâneo e pupilo de Platão, Aristóteles afirmava que o feto tinha, sim, vida. E estabelecia até a data do início: o primeiro movimento no útero materno. Nofeto do sexo masculino, essa manifestação aconteceria no 40º dia de gestação. No feminino, apenas no 90º dia – Aristóteles acreditava que as mulheres eram física e intelectualmente inferiores aos homens e, por isso, se desenvolviam mais lentamente. Como naquela época não era possível determinar o sexo do feto, o pensamento aristotélico defendia que o abortodeveria ser permitido apenas até o 40º dia da gestação.
A teoria do grego Aristóteles sobreviveu cristianismo adentro. Foi encampada por teólogos fundamentais do catolicismo, como São Tomás de Aquino e Santo Agostinho, e acabou alçada a tese oficial da Igreja para o surgimento da vida. E assim foi por um bom tempo – até o ano de 1588, quando o papa Sixto 5º condenou a interrupção da gravidez, sob pena de excomunhão. Nascia aí a condenação do Vaticano ao aborto, você deve estar pensando. Errado. O sucessor de Sixto, Gregório 9º, voltou atrás na lei e determinou que oembrião não formado não poderia ser considerado ser humano e, portanto, abortar era diferente de cometer um homicídio. Essa visão perdurou até 1869, no papado de Pio 9º, quando a Igreja novamente mudou de posição. Foi a solução encontrada para responder à pergunta que até hoje perturba: quando começa a vida? Como cientistas e teólogos não conseguiam concordar sobre o momento exato, Pio 9º decidiu que o correto seria não correr riscos e proteger o ser humano a partir da hipótese mais precoce, ou seja, a da concepção na união do óvulo com o espermatozóide.
A opinião atual do Vaticano sobre o aborto, no entanto, só seria consolidada com a decisão dos teólogos de que o primeiro instante de vida ocorre no momento da concepção, e que, portanto, o zigoto deveria ser considerado um ser humano independente de seus pais. “A vida, desde o momento de sua concepção no útero materno, possui essencialmente o mesmo valor e merece respeito como em qualquer estágio da existência. É inadmissível a sua interrupção”, afirma dom Rafael Llano Cifuentes, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O catolicismo é das únicas grandes religiões do planeta a afirmar que a vida começa no momento da fecundação e a equiparar qualquer aborto ao homicídio. O judaísmo e o budismo, por exemplo, admitem a interrupção dagravidez em casos como o de risco de vida para a mãe (veja quadro na pág 61). Isso mostra que a idéia de vida e a importância que damos a ela varia de acordo com culturas e épocas. Até séculos atrás, eram apenas as crenças religiosas e hábitos culturais que davam as respostas a esse debate cheio de possibilidades. Hoje, a ciência tem muito mais a dizer sobre o início da vida.
Vida: O primeiro instante
Aborto é assassinato? Pesquisar células-tronco é brincar com pequenos seres humanos? Manipular embriões é crime? Polêmicas como essas só se resolverão ao determinarmos quando, de fato, começa a vida humana
Ao lado de “paz” e “amor”, “vida” é uma daquelas poucas palavras capazes de provocar unanimidade. Quem pode ser contra? “Amor” e “paz”, no entanto, são conceitos cuja definição não desperta polêmica. Com “vida” é diferente. Ninguém é capaz sequer de explicar o que é vida. Só no Aurélio há 18 tentativas. Por mais de 2 mil anos, essa indefinição foi motivo de inquietação só para poucos filósofos. Em geral, nos contentamos em falar que vida é vida e pronto. Hoje, porém, a ciência mexe fundo neste conceito. Expressões como “proveta” e “manipulação genética” estão cada vez mais presentes no cotidiano. E a pergunta sobre o que é vida, e quando ela começa, virou uma polêmica que vai guiar boa parte da sociedade em que vamos viver. A resposta sobre a origem de um indivíduo será decisiva para determinar se aborto é crime ou não. E se é ético manipular embriões humanos em busca da cura para doenças como o mal de Alzheimer e deficiências físicas.
“Ter embriões estocados em laboratório é um evento tão novo e diferente para a humanidade que ainda não tivemos tempo de amadurecer essa idéia”, diz José Roberto Goldim, professor de bioética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Biologicamente, é inegável que a formação de um novo ser, com um novo código genético, começa no momento da união do óvulo com oespermatozóide. Mas há pelo menos 19 formas médicas para decidir quando reconhecer esse embrião como uma pessoa.”
Vida é quando acontece a fecundação? Isso significa dizer que cerca de metade dos seres humanos morre nos primeiros dias, já que é muito comum oembrião não conseguir se fixar na parede do útero, sendo expelido naturalmente pelo corpo. Vida é o oposto de morte – e então ela se inicia quando começam as atividades cerebrais, por volta do 2º mês de gestação? Vida é um coração batendo, um feto com formas humanas, um bebê dando os primeiros gritos na sala de parto? Ou ela começa apenas quando a criança se reconhece como indivíduo, lá pelos 2 anos de idade? Para a Igreja, vida é o encontro de um óvulo e um espermatozóide e, portanto, não há qualquer diferença entre um zigoto de 3 dias, um feto de 9 meses e um homem de 90 anos. Mas então por que não existem velórios com coroas de flores, orações e pessoas de luto para embriões que morrem nos primeiros dias de gravidez? Essa é uma discussão cheia de contradições e respostas diferentes. Um debate em que a medicina fica mais perto de ser uma ciência humana do que biológica e em que freqüentemente se encontram cientistas usando argumentos religiosos e religiosos se valendo de argumentos científicos. Por isso, o melhor a fazer é começar pela história de como a idéia de vida apareceu entre nós.
Gasolina cara ajuda a emagrecer
Carboidrato? Nada, o problema é o petróleo
A culpa não é só do fast food, das tortas de morango, do refrigerante, do bolo de chocolate, das pizzas, das caixas de bombons… Bem, vocês entenderam. Um estudo do pesquisador Charles Courtemanche, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), aponta que parte da “culpa” pelas altas taxas de obesidade mundo afora pode ser creditada ao preço da gasolina.
“Um aumento no preço da gasolina tem o potencial de afetar o peso corporal de duas maneiras”, exemplifica Courtemanche. “Primeiro, ao fazer com que as pessoas troquem o carro por formas de transporte que exigem mais do corpo, como caminhar, andar de bicicleta ou mesmo usar transporte público. Segundo, tal substituição, associada aos efeitos do preço do combustível sobre a renda pessoal, pode levar as pessoas a comer menos fora e, no lugar, preparar em casa suas próprias refeições, que tendem a ser mais saudáveis”, diz o estudo.
Ele continua: “minhas estimativas indicam que 8% do aumento da obesidade entre 1979 e 2004″, que mais do que dobrou nos Estados Unidos nesse período, “pode ser atribuído à diminuição simultânea no preço da gasolina” – o que não é pouca coisa. E o cara ainda arrisca um “conselho” para combater todo esse excesso de peso: “um aumento constante de US$ 1 no preço do combustível reduziria entre 7% e 10% a obesidade nos Estados Unidos”.
Nova descoberta sugere que Via Láctea pode ter bilhões de planetas habitáveis
Gliese 581g tem tamanho, gravidade e temperatura compatíveis com a vida, dizem descobridores
Astrônomos descobriram um planeta de tamanho próximo ao da Terra orbitando dentro da chamada “zona habitável” de uma estrela. Trata-se do segundo planeta encontrado na zona habitável de Gliese 581. Segundo os autores, a descoberta abre a possibilidade de haver dezenas de bilhões de mundos potencialmente habitáveis na galáxia.
A zona habitável é definida como a distância da estrela onde a energia que atinge o planeta é suficiente para manter água em estado líquido, na superfície ou logo abaixo do solo.
O planeta é um de dois novos astros encontrados em órbita da estrela Gliese 581, a 20 anos-luz da Terra. Chamado Gliese 581g, o planeta tem um período orbital de 36,6 dias, uma massa que pode estar entre 3,1 vezes e 4,3 vezes a massa da Terra e um raio até 50% maior que o terrestre, diz, por meio de nota, um dos autores da descoberta, Paul Butler, da Pesquisa de Exoplanetas Lick-Carnegie. A gravidade na superfície deve ser de menos que o dobro da terrestre.
O planeta fica bem perto de sua estrela – a distância que o separa dela é apenas 14% da que separa a Terra do Sol -, mas como Gliese 581 é muito mais fraca que o Sol, tem uma zona habitável que começa e termina a uma distância muito menor de sua superfície.
Os autores da descoberta, descrita no Astrophysical Journal, especulam que o planeta pode ter uma face permanentemente voltada para sua estrela. Trata-se do mesmo fenômeno que ocorre na Lua, que apresenta sempre o mesmo lado para a Terra. Se esse for o caso, Gliese 581g teria um lado extremamente quente e o outro, completamente congelado, com uma faixa potencialmente habitável na linha que separa os hemisférios quente e frio.
Gliese 581g não é o primeiro planeta encontrado dentro da zona habitável dessa estrela: outro mundo, Gliese 581d, descoberto em 2007, tem a maior parte de sua órbita dentro dessa região do espaço. No entanto, Gl 581d tem sete vezes a massa terrestre, o equivalente a metade da massa do planeta gigante Urano.
A despeito disso, no ano passado a revista australiana Cosmos coletou mensagens para serem enviadas ao espaço na direção desse planeta, na esperança de que seres vivos de lá, caso existam, sejam inteligentes e possam reconhecer o sinal da Terra.
A estrela também abriga um dos planetas extrassolares de menor massa, Gliese 581e, com 90% mais massa que a Terra. Mas Gl 581e fica muito perto do astro – a distância que o separa da estrela é de apenas 3% da que existe entre a Terra e o Sol.
Com os dois novos planetas encontrados, a estrela agora passa a ter seis mundos conhecidos. De acordo com a nota dos autores da descoberta, o sistema da estrela Gliese 581 sugere que a proporção de estrelas da Via Láctea com planetas potencialmente habitáveis pode ser maior do que se pensava, chegando a algumas dezenas de 1%.
Pode parecer pouco, mas o total de estrelas da galáxia é estimado como algo entre 200 bilhões e 400 bilhões – se 20% delas tiverem pelo menos um planeta habitável, haveria de 40 bilhões a 80 bilhões de mundos onde a vida poderia florescer.
Até hoje, foram descobertos cerca de 490 planetas localizados fora do Sistema Solar.
‘Chupacabras’ são encontrados mortos em fazenda do Texas
Estranho animal foi responsabilizado por morte de galinhas que tiveram sangue sugado.
Uma caçadora guardou a cabeça de um deles para analisar o DNA da espécie.

A caçadora Phylis Canion mostra a cabeça do estranho animal, apelidado de chupacabra, que apareceu morto na região do seu rancho no Texas (Foto: Eric Gay/AP)

Phylis Canion mostra a foto do animal morto encontrado em sua fazenda no Texas. Moradoraes da região acreditam que o "chupacabra" seja responsável pela morte de 26 galinhas, encontradas após terem o sangue sugado, nos últimos anos (Foto: Eric Gay/AP)

A cabeça do estranho animal encontrado morto no Texas. Veterinários da região não negam a possibilidade de ele ser um "chupacabra", mas acreditam que possa se tratar de uma nova espécie da cachorro. (Foto: Eric Gay/AP)
Criatura estranha encontrada em lago intriga moradores de cidade no Panamá
‘ET’ foi morto por adolescentes entre 14 e 16 anos em Cerro Azul.
Pesquisadores investigam criatura, não catalogada como animal
Uma estranha criatura intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por cinco adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação.
Segundo jornais panamenhos, cinco adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.

A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um “ET” por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem “Gollum”, da trilogia “O senhor dos anéis”.
Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são “muito peculiares”.
Nesta terça-feira (15), foi encontrado no local um animal sem cabeça, que seria um bicho-preguiça. Ainda não se sabe se há alguma relação com o caso do ser encontrado no fim de semana.
Roupas sem tecido: modelitos são feitos à base de cafeína
A britânica Suzanne Lee descobriu uma nova utilidade para as bebidas cafeinadas: produzir roupas mais ecológicas. Após anos de estudos, a pesquisadora – que ainda é estudante de moda em uma faculdade de Londres – descobriu uma espécie de bactéria que, se colocada em contato com bebidas cafeinadas, reage e cria uma espécie de fibra que se assemelha ao papel vegetal e pode substituir os tecidos na hora da confecção de roupas.
A produção utiliza muito menos água e, ainda, dispensa o uso de agrotóxicos necessários para o cultivo de algodão. Tudo o que a designer precisa para fabricar as roupas é uma banheira, cheia de chá verde, em que acrescenta o fermento com as bactérias. A fibra vegetal demora cerca de 3 semanas para se desenvolver e deve ser moldada, em um manequim, enquanto ainda estiver molhada. Para dar cor aos modelitos, Lee ainda usa corantes naturais, como beterraba e açafrão.
A descoberta rendeu à designer uma marca de roupas só dela: a BioCouture. Por enquanto, as peças não estão sendo comercializadas, porque Lee ainda quer encontrar um jeito de tornar as roupas mais duráveis – o que, segundo ela, não está longe de acontecer. Será que essa moda pega? se der sono é só chupar a manga da camisa que fica tudo nice!
Estante única
Inspirada em blocos de montar infantis esta estante é mais um móvel decorativo do que funcional. Os objetos colocados em suas ‘prateleiras’ tem seu lugar certo, onde se encaixam perfeitamente. Eu sei, nada prática, mas que daria um visual super bacana na sua casa, daria. Este é um projeto da designer Misha Kahn.
O Cupim
O Criador, além de dar nomes a todas as coisas animadas ou inanimadas, também atribuiu características, não necessariamente úteis, de acordo com as preferências respectivas. Assim, no caso dos insetos, encarregou o bicho-da-seda de produzir fios para encobrir a nudez do Homem; às aranhas determinou que se dedicassem à missão tentar eliminar os insetos nocivos com uma ocasional ferroada aqui e ali; aos pernilongos a de disseminar doenças e por aí em diante. Terminada a tarefa, viu que havia sobrado o cupim. Ao lhe perguntar o que gostaria de fazer, respondeu o cupim:
- Quero não servir para nada, passar quatro anos oculto sob a terra ou dentro da madeira infernizado, destruindo e comendo o patrimônio do Homem e, periodicamente, surgir com asas diáfanas para, em toda minha glória, executar meu bailado aéreo à luz da Lua e preparar meus herdeiros para dar continuidade ao meu “trabalho”…
E o cupim foi, assim, o primeiro político sobre a Terra.
Como as grandes religiões encaram o momento da morte?
ISLAMISMO
Os muçulmanos creem que, como o nascimento, a morte está nas mãos de Deus. Vivendo conforme os ensinamentos divinos, não há por que temer a morte. Assim, seguem tranquilos para a reencarnação. Os últimos momentos são de recolhimento e de reconhecimento da supremacia e da bondade do todo-poderoso Alá. Islâmicos que morrem em jihad (luta pela fé) não passam por isso, pois iriam direto para o paraíso.
“Foi Alá quem te criou, quem te sustentou, e é ele quem te fará morrer”, Suräh 30:40
PREPARO PURO
Familiares e amigos do mesmo sexo do falecido despem e lavam o cadáver de três a cinco vezes, começando pelo lado direito, para devolver pureza à alma. Os orifícios são tapados com algodão e o corpo é coberto por um sudário branco e perfumado com cânfora.
PALAVRA FINAL
Parentes e amigos recitam o shahãdah, oração contra o demônio e de afi rmação sobre a não existência de outro deus além de Alá. Essas devem ser as últimas palavras ouvidas pelo moribundo para que se conscientize da importância de encontrar Alá na eternidade.
CRISTIANISMO
Para a maioria dos cristãos, na morte, o espírito vai para o céu ou para o inferno – para os católicos, há o purgatório e, para outras denominações, a morte é um sono até o dia do juízo. O destino varia de acordo com o que o morto fez em vida. Por isso, quando um cristão morre, familiares e amigos consolam uns aos outros pela perda, além de orar para que o falecido seja perdoado de seus pecados e alcance o paraíso. Cristãos protestantes recém-falecidos são vestidos com roupas habituais e costuma-se retirar qualquer adorno de seu corpo.
ÚLTIMA BÊNÇÃO
Se um católico está para morrer, o padre faz a extrema-unção, passando o óleo dos enfermos – azeite de oliva benzido em missa – em seis partes do corpo: olhos, narinas, boca, ouvidos, mãos e pés. Enquanto isso, faz orações e pede a Deus que perdoe a pessoa pelos males cometidos.
LIVRE ENFIM
Alguns cristãos também abrem as janelas logo depois de uma morte, para que corra vento no ambiente e a alma do falecido se sinta livre. Pela tradição católica, o corpo deve ser bem lavado, ungido com perfume e especiarias e vestido com boas roupas. Todo cuidado serve para preparar o morto para a vida eterna.
BUDISMO
Segundo uma parábola, uma mulher procura Buda para reviver o filho. Buda pede a ela grãos de mostarda de uma casa em que nunca tenha morrido alguém. A mãe não encontra e entende que teria de conviver com a morte.
CHEIRO DE VIDA
Velas são acesas no oratório doméstico ou de onde ocorreu o óbito – o corpo fica próximo a ele. O rosto é coberto com um pano branco e acendem-se incensos a sua volta. Um monge budista é chamado para ler textos sagrados e confortar a família.
JUDAÍSMO
A morte não é uma tragédia, mas algo natural. Os judeus se veem como “hóspedes temporários” de passagem pela Terra. Ou seja, a alma sobrevive mesmo que o corpo tenha falecido. Se foram bons e dignos em vida, a alma será recompensada no além. E é para que siga iluminada que amigos e familiares cumprem uma série de rituais.
“Pois do pó viestes, e ao pó retornarás”, Bereshit 3:19
NADA DE ENFEITE
As janelas do local do óbito de um judeu são abertas, e acessórios como joias, relógios e até perucas são retirados do morto, para que ele não encontre o criador portando objetos mundanos.
SIMPLES ASSIM
O caixão deve ser arranjado rápido, seguindo um padrão: ser de madeira, forrado com um pano preto e adequado ao tamanho do corpo, estampando a estrela de Davi. Os caixões dos judeus devem ser parecidos para lembrar que a morte iguala todos.
HINDUÍSMO
Acreditam na reencarnação, ou seja, que a alma volta várias vezes à vida até se libertar. A vida na Terra é parte de um ciclo de nascimento, morte e renascimento. Logo que alguém falece, iniciam-se rituais para desprender a alma do corpo – geralmente cremado – sem traumas e para que ela encontre nova casa – um corpo humano ou de animal, de acordo com o comportamento na vida anterior
LIMPEZA FESTIVA
O corpo do falecido é lavado, untado com óleo e pasta de sândalo e vestido com boas roupas, como se fosse a uma festa; as mulheres são penteadas e os homens, barbeados. Uma mortalha de tecido recobre o corpo dos pés à cabeça, mas o topo do crânio fica descoberto
AO AR LIVRE
Quando um hindu está prestes a morrer, o corpo é deitado no chão, a céu aberto, com a cabeça voltada para o sul. A prática, cultivada em regiões da Índia e em outros países, inicia o desprendimento entre corpo e alma
Desempenho dos alunos é melhor se o professor tem tatuagem
“Abram os livros na página 47″
Professor com tatuagem?! É fácil imaginar que a simples ideia choque os papais e as mamães mais tradicionais por aí. Mas o preconceito típico das gerações antigas parece estar indo pelo ralo. O psicólogo David B. Wiseman, da Universidade Comunitária de Brookdale, em Nova Jérsei (EUA), mostrou a 128 estudantes universitários fotos de supostas professoras – algumas tatuadas, outras não. As moças foram avaliadas pelos jovens em nove aspectos, todos relacionados à sua (aparente) capacidade profissional. E as tatuadas deixaram uma impressão bem melhor: “a análise indicou que a presença de tatuagens está associada a mudanças positivas”, diz o estudo – entre elas, o aumento da motivação dos estudantes, na criatividade deles na hora de mostrar serviço e na disposição a recomendar o trabalho das moças.
Jovem muda visual e ganha prêmio odontológico

COITADA ESSA SOFREU COMO VITIMA DE bullying
Durante muitos anos, Eva Hulme evitou espelhos e foi vítima de bullying nas escolas, onde era chamada de “aberração de circo”. Agora, após a transformação no visual com um demorado tratamento dentário pago pelo Estado, a jovem de 16 anos, da cidade de Nantwich (Inglaterra), não apenas deixou para trás o passado de dor e humilhação, como também venceu o prêmio “Contra Todas as Probabilidades 2010″, da Sociedade Ortodôntica Britânica, que exalta pessoas que conseguiram se transformar e mudar radical e surpreendentemente de vida. Veja: “Às vezes parecia que isso nunca terminaria. Mas agora estou feliz e segura”, disse Eva, chamada de “sorriso vencedor” pela Sociedade Ortodôntica Britânica. Eva, que está estudando moda, faturou o equivalente 2.040 reais de premiação.
Cansada de arrombamentos, chinesa transforma casa em fortaleza

Uma chinesa de 80 anos se cansou de ver a casa em que mora, em Changsha, ser arrombada. Em seis meses, os
bandidos invadiram a residência de Ling Wan oito vezes!
Então, a idosa vedou a entrada da frente e transformou a varanda em uma gaiola reforçada. Como ficou sem entrada e saída de casa, a chinesa só tem agora uma opção: usar uma escada móvel.
Ling diz não se incomodar com as gozações dos vizinhos:
“Eles podem me ridicularizar, mas a medida foi eficiente. Não tive mais nenhum arrombamento”.
Menino indonésio de 2 anos para de fumar
A história de Ardi Rizal comoveu, chocou e revoltou o planeta. O menino de 2 anos fumava, segundo os pais, 40 cigarros por dia. Após tratamento em um centro pediátrico, Ardi deixou de fumar, segundo os médicos. O menino mora no vilarejo deMusi Banyuasin, em Sumatra (Indonésia).

“Ele deixou de fumar, e o mais importante é que não pede mais cigarros”, disse o secretário-geral da Comissão Nacional de Proteção à Infância do país, Arist Merkeda Sirait.
A solução para tirar Ardi do vício foi simples: ele deixou de fumar e passou a brincar mais.

Ardi é um símbolo de uma tragédia social que abala a Indonésia. Cerca de 25% dos habitantes entre 3 e 15 anos já experimentaram cigarro – 3,2% são fumantes regulares. Além disso, um grande número de crianças é vítima de fumo passivo no país, que produz 240 bilhões de cigarro por ano.
Cavalo vira zebra em Moscou
A polícia de Moscou resolveu ousar em uma campanha de segurança. Para alertar sobre os perigos e os deveres no trânsito na abertura do ano letivo, autoridades contrataram uma “zebra”. Na verdade, trata-se de um cavalo pintado como se fosse uma zebra, em referência às faixas para pedestres. No cartaz em russo, lê-se: “Atenção! Crianças vão à escola”. A capital da Rússia tem registrado número crescente de casos de atropelamentos.










