BREVE HISTÓRIA DA PROFISSÃO
O roteirista audiovisual tem sua origem nos dramaturgos do teatro clássico dos gregos, como Aristóteles, Ésquilo e Sófocles, entre outros. Mas também guarda a herança dos primeiros contadores de história, criadores de mitos de tempos imemoriais.
“No Século XX, uma nova forma de contar histórias foi inventada. Através de uma engenhosa combinação de pequenas peças de metais, fitas de celulóide, vidro em forma de lentes, fiação elétrica, uma inovação tecnológica foi alcançada e destinada a ter um tremendo efeito na mente de milhões de pessoas” – Eugene Vale
Com a popularização do cinema, através da sala escura dos irmãos Lumière, uma nova profissão começa a se formar.
“Antes de 1926, ao menos julgando pelos créditos oficiais, não haviam roteiristas de cinema. (…) Havia sub-espécies como: gag-writers, continuity writers, treatmenten writers, scenarists, adaptors, titlists, etc.” – Patrick Mcgillian
Este pessoal era formado geralmente por ex-atores de vaudeville, que bolavam situações engraçadas para a câmera.
“Tudo isso mudou com o advento do filme sonoro, nos anos 20. Repentinamente, atores precisavam de algo para falar. Escritores pipocavam em Hollywood, vindos da Broadway e dos mundos da literatura e do jornalismo. Por um curto período nos anos 30, alguns dos mais famosos escritores escreveram roteiros para Hollywood: William Faulkner, F. Scott Fitzgerald, Bertolt Brecht, e Thomas Mann.”- Learner.org
A profissão de Roteirista passa a ganhar forma, e o roteiro, começa a ser a peça chave da indústria.
“Na nova indústria (…) o roteiro de filmagem se torna a necessidade central no produção de filmes em um estúdio durante os anos 30. Não somente se podia ‘decupadar’ a história e sistematizar a continuidade, mas também indicava ‘como’ e ‘o que’ deveria ser filmado.” – Patrick Mcgillian
Mas apesar da importância de seu trabalho, o roteirista era marginalizado. Dinheiro e prestígio não eram coisas comuns entre a maioria. Sem conhecimento um do outro, vários roteiristas trabalhavam em múltiplas versões do mesmo roteiro, créditos eram outorgados para parentes ou amantes, jornadas abusivas de trabalho eram requisitadas. A tendência então era se organizar.
O Screen Writers Guild é criado em 1933 em Hollywood. Roteiristas buscam melhores condições de trabalho e uma fatia maior dos lucros. Em 1941, um histórico acordo com as companhias produtoras garantiu um piso salarial, e a concessão de créditos passou para a jurisdição da Associação.
No final dos anos quarenta a sombra da caças as bruxas paira sobre a Califórnia. O House Un-American Activities Committee (HUAC) começou a apontar os dedos contra os ativistas do Guild os acusando de Comunistas. Muitos profissionais tiveram de voltar para seus países, trabalhar com nomes falsos ou fazer parcerias com roteiristas de fachada.
Em 1954, o Screen Writers Guild se funde ao Radio Writers Guild e ao Television Writers Guild. A nova associação passa a se chamar Writers Guild of America.
A profissão de Roteirista é regulamentada no Brasil em 1978, com a publicação da Lei Nº 6.533 e do Decreto Nº 82.385, que dispõe sobre a regulamentação das profissões de artista e de técnico em espetáculos de diversões, e define a profissão do roteirista cinematográfico que: “cria, a partir de uma idéia, texto ou obra literária, sob a forma de argumento ou roteiro cinematográfico, narrativa com seqüências de ação, com ou sem diálogos, a partir da qual se realiza o filme.” Em 79, a Lei 6.615 e seu decreto 84.134/79 regulamentam a profissão do roteirista de televisão e de rádio, que: “escreve originais ou roteiros para a realização de programas. Adapta originais de terceiros transformando-os em programas.” A Nova CBO – Classificação Brasileira de Ocupações, do Ministério do Trabalho, publicada em 1994, tem como Família 2615 os Profissionais da escrita, que por sua vez tem como subdivisão o item “2615-05 – Autor-roteirista”, que tem como sinônimos “Adaptador de obras para teatro, cinema e televisão, Argumentista-roteirista de história em quadrinhos, Autor-roteirista de cinema, Autor-roteirista de rádio, Autor-roteirista de teatro, Autor-roteirista de televisão, Autor-roteirista multimídia, Dramaturgista”
Em 26 de julho de 2000, no teatro do Planetário da Gávea, no Rio de Janeiro, com a presença de 73 roteiristas, é fundada a ARTV – Associação de Roteiristas de Televisão, Cinema e outras mídias. Em 2006, visando melhorar a identificação com roteiristas de todas as mídias, a Associação muda a sigla para AR.
Em Agosto de 2006 é fundada a Associação de Autores de Cinema, com o objetivo principal de profissionalizar a atividade e assegurar a boa qualidade dos projetos e, por conseqüência, o crescimento da indústria cinematográfica no Brasil.
fonte: www.roteirodecinema.com.br
PARA QUE SERVE UM ROTEIRO?
Cinema é arte, sem dúvida, a sétima arte. Mas segundo Giba Assis Brasil, cinema é também indústria. É indústria pois precisa de meios de produção, acumulação de capital e divisão especializada do trabalho. E é a serviço desta indústria, que o roteiro exerce sua principal função.
“O roteiro é a ferramenta básica da indústria de cinema e televisão.” – Cole & Haag
O roteiro será o documento chave, onde todos os outros profissionais envolvidos com a realização de um produto audiovisual basearão seu trabalho.
“Roteiro é (…) um discurso verbal, escrito de forma a permitir a pré-visualização do filme por parte do diretor, dos atores, dos técnicos e dos possíveis financiadores. Um instrumento de trabalho e de convencimento. (…) Uma utopia criativa a serviço de um objetivo fundamentalmente econômico: uma boa definição não só de roteiro, mas da própria essência do cinema.” – Giba Assis Brasil
A realização de um produto audiovisual demanda um investimento de capital muito alto. O roteiro é a maneira de pré-visualizar este produto, e minimizar os riscos de investimento.
“Desde uma perspectiva comercial, um roteiro é uma proposta para o lançamento de um produto. Os aspectos artísticos podem ser decisivos ‘a priori’, mas sempre se impõe as possibilidades econômicas na hora de aprovar um projeto. (…) Em função de um roteiro literário, a produtora pode estimar o custo de um filme e elaborar um estudo de mercado que assegure sua acolhida como produto. (…) E quando buscam o financiamento necessário para o futuro filme, só podem oferecer uma coisa: a história” – António Sanchez-Escalonilla
O roteiro serve então, como uma simulação de um produto audiovisual sonhado.
fonte: www.roteirodecinema.com.br
UM DOCUMENTO CHAMADO ROTEIRO
”Porque o roteiro é o sonho de um filme“
Jean-Claude Carrière
O QUE É UM ROTEIRO?
A grande maioria das pessoas nunca segurou um roteiro nas mãos, mas se questionadas sobre o que é um, poucas não tentariam responder. Muitos acertariam a resposta, poucos conseguiriam se aprofundar na definição.
Alguns se equivocariam, na crença que o roteiro é a história de um filme. O roteiro conta a história de um filme, mas não é a própria história. A história contada em um filme pode ser a definição de Argumento, mas isso também, já é outra história.
Uma ida a prateleira de livros pode clarear bem as idéias. Dicionários sempre são uma boa ferramenta para autodidatas:
“Roteiro: Documento que contem o texto de filme cinematográfico, vídeo, programa de rádio, etc.” – Dicionário Novo Aurélio
Definição perfeita. O “etc” é uma bela sacada, pois se exime da responsabilidade pelo que ficou de fora. Vamos tentar fazer justiça aos não discriminados e pensar nos variados meios que se utilizam deste documento chamado de roteiro: cinema, vídeo, televisão, rádio, quadrinhos, hipermídia (interativos como hipertexto, games e cd-roms), e por que não, teatro, apresentações, eventos, shows, e para não passarmos vexame: etc
Na prática, alguns assaltos, assassinatos e atos terroristas também se utilizam de um roteiro, mas melhor deixar isso de lado, pois este manual se propõe a ser sobre Roteiro Audiovisual:
“Roteiro: Texto que desenvolve um argumento e que indica como deve realizar-se qualquer tipo de obra audiovisual.” – Diccionário del Guión Audiovisual.
Certo, mas agora temos que voltar a prateleira para saber o que é Audiovisual. Para nos poupar disto, ofereço uma definição mais completa:
“O Roteiro Audiovisual é um documento escrito que desenvolve uma história e indica como deve realizar-se uma obra para um meio que transmite mensagens através de som e imagem, como o cinema e a televisão.” – Fernando Marés de Souza, usando um par de dicionários e um pouco lógica aristotélica.
Devidamente alçado ao panteão dos criadores de definições, vamos ver o que os teóricos sobre o assunto podem nos contar:
“O Roteiro é a forma escrita de qualquer audiovisual. É uma forma literária efêmera, pois só existe durante o tempo que leva para ser convertido em um produto audiovisual. No entanto, sem material escrito não se pode dizer nada, por isso um bom roteiro não é garantia de um bom filme, mas sem um roteiro não existe um bom filme”. – Doc Comparato
Interessante esta história de efêmero. Já ouvi dizer que o destino do roteiro é a lata de lixo depois de ser utilizado, mas será verdade? Ainda não é o momento de responder. Mas saiba que a maioria pensa assim:
“O roteiro representa um estado transitório, uma forma passageira destinada a desaparecer, como a larva ao se transformar em borboleta. Quando o filme existe, da larva resta apenas uma pele seca, de agora em diante inútil, estritamente condenada à poeira. (…) Pois o roteiro significa a primeira forma de um filme. E quanto mais o próprio filme estiver presente no texto escrito, incrustado, preciso, entrelaçado, pronto para o vôo como a borboleta, que já possui todos os órgãos e todas as cores sob a aparência de larva, mais a aliança secreta (…) entre o escrito e o filme terá chances de se mostrar forte e viva.” – Jean-Claude Carrière
Lindo e poético, mas muito metafórico para um roteirista. A indústria exige algo mais simples e direto:
“Roteiro é uma história contada em imagens, diálogo e descrição, localizada no contexto da estrutura dramática.” – Syd Field
Estrutura dramática. Este autor gasta uma página e introduz uma dúzia de novos conceitos para explicar o que é isto. Será que alguém consegue sintetizar? Sempre existe alguém disposto a tentar:
“O Roteiro é uma história contada com imagens, expressas dramaticamente em uma estrutura definida, com início, meio e fim, não necessariamente nessa ordem.” – Chris Rodrigues
Bem melhor. Começo, meio e fim. Isto me lembra que a lista de definições pode ser interminável, sendo que a semelhança entre elas é aparente.
“Os americanos chamam-no screenplay, uma peça para a tela, de maneira a distinguí-la da simples play, destinada ao placo. Os franceses o chamam de scenario, para designá-lo como um conjunto de cenas. E nós o chamamos de roteiro. E não é uma má palavra para o caso. Roteiro é uma rota não apenas determinada, mas “decupada”, dividida, através da discriminação de seus diferentes estágios. Roteiro significa que saímos de um lugar, passamos por vários outros, para atingir um objetivo final. Ou seja: o roteiro tem começo, meio e fim – conforme Aristóteles observou na tragédia grega como uma necessidade essencial da expressão dramática.” – Luiz Carlos Maciel
Depois de tantas definições, você pode usar um pouco de lógica aristotélica e construir a sua.
fonte: www.roteirodecinema.com.br
Confira a lista dos indicados ao Oscar 2011
Saiu a lista dos indicados ao Oscar 2011. “O Discurso do Rei” lidera a disputa, com 12 indicações, seguido do faroeste dos irmãos Coen “Bravura Indômita”, com 10. “A Rede Social” e “A Origem” têm oito indicações cada. “Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1″ teve apenas duas. O documentário “Lixo Extraordinário”, sobre o trabalho do brasileiro Vik Muniz, foi indicado.
Confira a lista completa
Melhor Filme
- “Cisne Negro”
- “O Vencedor”
- “A Origem”
- “Minhas Mães e meu Pai”
- “O Discurso do Rei”
- “127 horas”
- “A Rede Social”
- “Toy Story 3″
- “Bravura Indômita”
- “Inverno da Alma”
Melhor Diretor
- David Fincher, por “A Rede Social”
- Tom Hooper, por “O Discurso do Rei”
- Darren Aronofsky, por “Cisne Negro”
- Joel e Ethan Coen, por “Bravura Indômita”
- David O. Russell, por “O Vencedor”
Melhor Ator
- Colin Firth, por “O Discurso do Rei”
- James Franco, por “127 horas”
- Javier Bardem, por “Biutiful”
- Jeff Bridges, por “Bravura Indômita”
- Jesse Eisenberg, por “A Rede Social”
Melhor Atriz
- Annette Bening, por “Minhas Mães e meu Pai”
- Jennifer Lawrence, por “Inverno da Alma”
- Michelle Williams, por “Blue Valentine”
- Natalie Portman, por “Cisne Negro”
- Nicole Kidman, por “Rabbit Hole”
Melhor Ator Coadjuvante
- Christian Bale, por “O Vencedor”
- Geoffrey Rush, por “O Discurso do Rei”
- Jeremy Renner, por “Atração Perigosa”
- John Hawkes, por “Inverno da Alma”
- Mark Ruffalo, por “Minhas Mães e meu Pai”
Melhor Atriz Coadjuvante
- Amy Adams, por “O Vencedor”
- Hailee Steinfeld, por “Bravura Indômita”
- Helena Bonham Carter, por “O Discurso do Rei”
- Jacki Weaver, por “Reino Animal”
- Melissa Leo, por “O Vencedor”
Melhor Roteiro Original
- “Cisne Negro”
- “O Discurso do Rei”
- “Minhas Mães e meu Pai”
- “A Origem”
- “O Vencedor”
Melhor Roteiro Adaptado
- “127 horas”
- “Bravura Indômita”
- “Inverno da alma”
- “A Rede Social”
- “Toy Story 3”
Melhor longa-metragem de animação
- “Como treinar o seu dragão”
- “O mágico”
- “Toy Story 3″
Melhor direção de arte
- “Alice no País das Maravilhas”
- “Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 1″
- “A origem”
- “O discurso do rei”
- “Bravura indômita”
Melhor fotografia
- “Cisne negro”
- “A origem”
- “O discurso do rei”
- “A rede social”
- “Bravura indômita”
Melhor figurino
- “Alice no País das Maravilhas”
- “I am love”
- “O discurso do rei”
- “Bravura indômita”
- “The tempest”
Melhor documentário (longa-metragem)
- “Lixo Extraordinário”
- “Exit through the gift shop”
- “Gasland”
- “Inside job”
- “Restrepo”
Melhor documentário (curta-metragem)
- “Killing in the name”
- “Poster girl”
- “Strangers no more”
- “Sun come up”
- “The warriors of Qiugang”
Melhor edição
- “127 horas”
- “Cisne Negro”
- “O Vencedor”
- “O Discurso do Rei”
- “A Rede Social”
Melhor filme de língua estrangeira
- “Biutiful”(México)
- “Dogtooth” (Grécia)
- “In a better world” (Dinamarca)
- “Incendies” (Canadá)
- “Outside the law” (Argélia)
Melhor trilha sonora original
- “127 horas” – A.R. Rahman
- “Como Treinar seu Dragão” – John Powell
- “O Discurso do Rei” – Alexandre Desplat
- “A Origem” – Hans Zimmer
- “A Rede Social” – Trent Reznor e Atticus Ross
Melhor Canção Original
- “Coming Home”, de “Country Strong”
- “I see the Light”, de “Enrolados”
- “If I rise”, de “127 horas”
- “We Belong Together”, de “Toy Story 3″
Melhor curta-metragem
- “The confession”
- “The crush”
- “God of love”
- “Na wewe”
- “Wish 143″
Melhor curta-metragem de animação
- “Day & Night”
- “The Gruffalo”
- “Let’s Pollute”
- “The Lost Thing”
- “Madagascar, carnet de voyage”
Melhor edição de som
- “A origem”
- “Toy Story 3″
- “Tron: o legado”
- “Bravura indômita”
- “Incontrolável”
Melhor mixagem de som
- “A origem”
- “O discurso do rei”
- “Salt”
- “A rede social”
- “Bravura indômita”
Melhores efeitos visuais
- “Alice no País das Maravilhas”
- Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 1″
- “Além da vida”
- “A origem”
- “O Homem de Ferro 2″
A Rede Social: Facebook, a saga
Quando o diretor David Fincher (Clube da Luta) anunciou que faria um filmesobre o Facebook, houve quem torcesse o nariz. Mas a verdade é que ele tinha uma baita história em mãos. Mark Zuckerberg, fundador da rede social, era apenas um calouro em Harvard quando criou um site onde as pessoas pudessem se relacionar com seus amigos. Foi sucesso imediato. Tanto que ele logo foi acusado de plágio por dois colegas, os gêmeos Winklevoss. Quando o brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador e ex-melhor-amigo de Zuckerberg, foi cortado da empresa, Mark tomou outro processo. O filme, aliás é baseado na versão de Saverin dos fatos. O resultado é um blockbuster cheio de intrigas, traições e diz que diz – que rendeu a Zuckerberg o honroso (e infame) apelido de Cidadão Kane do nosso tempo.
Quatro marcos do Faceboook que mudaram também a sua vida:
É NAMORO OU AMIZADE?

Muito mais do que nome e idade, os usuários do Facebook querem mesmo saber se aquele/a colega está disponível ou não. E assim criou-se a ferramenta que mais causou crises conjugais da história: o status de relacionamento.
FOTOS PARA TODOS

No começo, era só a imagem do perfil. Mas 2006 o número de fotos por usuário ficou ilimitado. Se até então imagens de bebedeiras ficavam escondidas, agora até a mais santa das meninas exibia porres públicos.
COLUNA SOCIAL
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Quando a página inicial do Facebook virou mural de notícias (Feed), em 2006, o mundo inteiro se transformou em uma vila de fofoqueiras. “Olha quem casou” ou “não acredito que ele fez isso”: ninguém escapa da crítica pública.
SEPARATISMO
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No início, só Harvard podia entrar. Mas, quando o acesso foi liberado, apenas universitários entraram – imigrantes e classes baixas não. No Brasil foi igual: quando o Orkut se popularizou, os “antenados” (ricos?) migraram pro Facebook.


