Asa de libélula inspira design de turbina de vento
A forma como uma libélula permanece estável durante o vôo está sendo imitada para desenvolver micro turbinas eólicas que possam suportar ventos fortes
As turbinas eólicas têm que trabalhar bem em ventos fracos, mas devem evitar girar muito rápido quando acontece uma tempestade com ventania, caso contrário, seu gerador é sobrecarregado. Para contornar esse problema, grandes turbinas usam lâminas especialmente concebidas que aumentam a resistência quando há ventos em alta velocidade. As lâminas têm um sistema informatizado que ajustam seu ângulo em resposta à ventania. Esta tecnologia é cara demais para o uso com turbinas menores e em menor escala porque elas não produzem eletricidade suficiente para compensar o custo. É aí que aparecem as libélulas.

Conforme o ar flui entre as asas de uma libélula, pequenos picos em sua superfície criam uma série de vórtices giratórios. Para descobrir como esses vórtices afetam a aerodinâmica do inseto, o engenheiro aeroespacial Akira Obata, da Universidade Nippon Bunri, em Oita, no Japão, filmou um modelo de asa de libélula atravessando um grande tanque de água misturada com pó de alumínio. Ele notou que a água fluiu sem problemas em torno da vórtices, como uma esteira correndo sobre rodas, com pouca resistência em velocidades baixas.
Obata constatou que o fluxo de água ao redor da asa da libélula é o mesmo em baixas velocidades, mas, ao contrário de uma asa de avião, o seu desempenho aerodinâmico cai drasticamente quando a velocidade da água ou o tamanho da asa aumentam. Como o fluxo de ar se comporta da mesma forma como a água, o experimento explica a estabilidade do inseto em baixas velocidades, afirma Obata.
O engenheiro usou a descoberta para desenvolver um modelo de baixo custo de turbina de vento com pás de apenas 25 centímetros que incorporam as mesmas deformidades encontradas nas asas da libélula. Nos testes em que os ventos foram de 24 km/h a 145 km/h, as lâminas se dobraram em forma de cone ao invés de girarem mais rápido, sobrecarregando o sistema. O protótipo gera menos de 10 watts de eletricidade, o que seria suficiente para recarregar celulares ou acender lâmpadas de LED.
‘Unicórnio’ se transforma em atração turística na China

O nascimento de um “unicórnio” fez a fazenda de Jia Kebing entrar no mapa das atrações turísticas da província de Hebei (norte da China).
O agricultor da cidade de Baoding contou ter notado o surgimento de um pequeno caroço na testa da vaca há dois anos, quando o animal nasceu. Mas ele não esperava que o caroço se transformasse em um chifre de 20 centímetros.
“Minha fazenda se tornou famosa na região e as pessoas vêm aqui apenas para ver a vaca”, contou Jia, segundo reportagem do “Metro”.
Confira lista de dez legumes e frutas gigantes
Fazendeiro colheu abóbora gigante de 697,3 quilos.
Veja ainda repolho, cenoura, pepino e jaca gigantes.

O fazendeiro Jake van Kooten mostra sua abóbora gigante de 697,3 kg. No ano passado, ele embolsou um prêmio de US$ 9 mil após ganhar uma competição na Califórnia, nos EUA. (Foto: AP)

Isabella Ng mostra a abobrinha gigante exposta no ano passado em feira na Inglaterra. O legume, que entrou para o livro dos recordes, pesava 65 quilos. O vegetal cultivado pelo agricultor Ken Dade, da cidade de Norfolk (Reino Unido), superou o antigo recordista na categoria por 3 quilos. (Foto: Reprodução)

Jaca de 34,6 quilos e 57,46 centímetros de comprimento foi colhida em 2003 no Havaí, nos EUA. (Foto: Reprodução/www.hawaiifruit.net)

O fazendeiro libanês Khalil Semhat segura batata doce gigante, em dezembro de 2008, na cidade de Tyre. Legume pesa 11,3 quilos. (Foto: AFP)

À esquerda, melancia de 122 quilos, que foi colhida na fazenda de Lloyd Bright. À direita, repolho de 34,4 kg, que foi encontrado em Palmer, no Alaska. (Foto: Reprodução)

À esquerda, pepino de 90 centímetros. À direita, cenoura que pesa 8,5 kg e é considerada a mais pesada do mundo. (Foto: Reprodução)

À esquerda, Chisato Iwasaki segura a maior maçã do mundo, segundo o Guinness, que pesa 1,849 kg. À direita, limão de 5,265 kg, que foi colhido em 2003 em Israel. (Foto: Reprodução)
‘Chupacabras’ são encontrados mortos em fazenda do Texas
Estranho animal foi responsabilizado por morte de galinhas que tiveram sangue sugado.
Uma caçadora guardou a cabeça de um deles para analisar o DNA da espécie.

A caçadora Phylis Canion mostra a cabeça do estranho animal, apelidado de chupacabra, que apareceu morto na região do seu rancho no Texas (Foto: Eric Gay/AP)

Phylis Canion mostra a foto do animal morto encontrado em sua fazenda no Texas. Moradoraes da região acreditam que o "chupacabra" seja responsável pela morte de 26 galinhas, encontradas após terem o sangue sugado, nos últimos anos (Foto: Eric Gay/AP)

A cabeça do estranho animal encontrado morto no Texas. Veterinários da região não negam a possibilidade de ele ser um "chupacabra", mas acreditam que possa se tratar de uma nova espécie da cachorro. (Foto: Eric Gay/AP)
Criatura estranha encontrada em lago intriga moradores de cidade no Panamá
‘ET’ foi morto por adolescentes entre 14 e 16 anos em Cerro Azul.
Pesquisadores investigam criatura, não catalogada como animal
Uma estranha criatura intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por cinco adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação.
Segundo jornais panamenhos, cinco adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.

A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um “ET” por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem “Gollum”, da trilogia “O senhor dos anéis”.
Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são “muito peculiares”.
Nesta terça-feira (15), foi encontrado no local um animal sem cabeça, que seria um bicho-preguiça. Ainda não se sabe se há alguma relação com o caso do ser encontrado no fim de semana.
‘Exército’ de sapos invade estrada e fecha via na Grécia
Centenas de sapos invadiram uma estrada na cidade de Thessaloniki, na Grécia, na manhã desta quarta-feira (26). Autoridades locais fecharam a via depois que três carros desviaram dos anfíbios que tomaram a pista.
“Parecia um tapete de sapos”, comentou Giorgos Thanoglou, agente da estrada. Segundo ele, os anfíbios devem ter seguido para a região em busca de comida.

Peixe remo de 3,65 m é encontrado na Suécia após 130 anos
Espécie vive em águas profundas e raramente vem à superfície.
Peixe remo pode atingir até 11 metros de comprimento.

Um peixe remo, também conhecido como regaleco, de 3,65 metros foi encontrado em Lysekil, na Suécia. Essa espécie vive em águas profundas e raramente vem à superfície. Segundo o especialista Roger Jansson, essa é primeira vez em mais de 130 anos, desde 1879, que um peixe remo é achado em águas suecas. A espécie pode atingir 11 metros.
Plantas possuem memória e raciocínio
Quem tem plantas em casa costuma tratá-las com carinho – existe até quem converse com as suas. Não é para tanto. Mas uma experiência feita pela Universidade de Varsóvia constatou que as plantas são mais sofisticadas do que parecem – elas têm formas primitivas de memória, raciocínio e aprendizado. Ou seja, inteligência. Os cientistas poloneses colocaram uma planta da espécie Arabidopsis thaliana (parente da mostarda) num ambiente escuro. Em seguida, um feixe de luz foi projetado sobre uma folha. Os cientistas descobriram que essa folha era capaz de enviar instruções para as demais – que, apesar de não estarem recebendo nenhuma luz, imediatamente começaram a se preparar para isso. As plantas também são capazes de se lembrar, por até 4 dias, quando foi que receberam luz pela última vez – e até a tonalidade exata dessa luz. Os cientistas supõem que as plantas usem essa informação para saber em qual época do ano estão. “Isso poderia ajudá-las a se preparar contra doenças típicas de cada estação”, dizem os autores do estudo. A memória e a comunicação das folhas usam um sistema de enzimas, que são armazenadas e transportadas pela planta. É o mesmo princípio que permite que as plantas “conversem”. Em 2007, cientistas holandeses descobriram que os indivíduos de uma espécie de trevo, o Trifolium repens, estão interconectados e alertam uns aos outros da presença de lagartas parasitas – ameaça à qual as plantas reagem deixando suas folhas mais duras e menos apetitosas.
Roupas sem tecido: modelitos são feitos à base de cafeína
A britânica Suzanne Lee descobriu uma nova utilidade para as bebidas cafeinadas: produzir roupas mais ecológicas. Após anos de estudos, a pesquisadora – que ainda é estudante de moda em uma faculdade de Londres – descobriu uma espécie de bactéria que, se colocada em contato com bebidas cafeinadas, reage e cria uma espécie de fibra que se assemelha ao papel vegetal e pode substituir os tecidos na hora da confecção de roupas.
A produção utiliza muito menos água e, ainda, dispensa o uso de agrotóxicos necessários para o cultivo de algodão. Tudo o que a designer precisa para fabricar as roupas é uma banheira, cheia de chá verde, em que acrescenta o fermento com as bactérias. A fibra vegetal demora cerca de 3 semanas para se desenvolver e deve ser moldada, em um manequim, enquanto ainda estiver molhada. Para dar cor aos modelitos, Lee ainda usa corantes naturais, como beterraba e açafrão.
A descoberta rendeu à designer uma marca de roupas só dela: a BioCouture. Por enquanto, as peças não estão sendo comercializadas, porque Lee ainda quer encontrar um jeito de tornar as roupas mais duráveis – o que, segundo ela, não está longe de acontecer. Será que essa moda pega? se der sono é só chupar a manga da camisa que fica tudo nice!
Por que o girassol acompanha o movimento do Sol?
Todas as plantas, não apenas o girassol, se curvam de acordo com omovimento do sol, em maior ou em menor grau. Esse fenômeno é o conhecido heliotropismo. Não só os raios solares mas qualquer tipo de luz que incida sobre as plantas ativa um hormônio de crescimento chamado acido indolilacético (AIA), produzido pelas células jovens localizadas nas folhas .” Os raios do sol, ao incidirem lateralmente., iluminam um dos lados da planta com maior produção de AIA. Por isso um lado se desenvolverá mais. Tal crescimento desigual faz a planta pender para o lado contrario do sol. Com omovimento solar, é sempre a mesma face que permanece iluminada e ogirassol o acompanha. Já a flor propriamente dita nada tem a ver com essa movimentação. Com o peso, ela se inclina para o lado que pender o caule”, explica o botânico Gilberto Kerdauy da Universidade de São Paulo. A noite, na ausência de luz para estimular o crescimento, a planta volta à sua posição normal.
Top 10: Animais estranhos e raros
O site The List Universe fez uma lista de animais com aparência bem estranha. Todos os membros desta seleção ainda vivem entre nós, mas muitos deles estão ameaçados de extinção.
A maioria corre perigo devido ao desmatamento que acaba com o habitat natural dos bichos. Outros animais estão correndo o risco de serem exterminados da Terra justamente por sua aparência incomum que atrai colecionadores, como é o caso do número 2. Veja a lista abaixo:
10. Proteus anguinus

9. Tremoctopus violaceus


7. Psychrolutes marcidus




3. Phycodurus eques



Parece, mas não é cobra. Trata-se de uma lagarta pouco conhecida e dificilmente avistada que vive nas florestas úmidas do México e América Central. Normalmente ela n”ao tem essa aparência assustadora, mas, quando é ameaçada, ganha as cores e o formato de uma cobra. Além de mimetizar cores, olhos e o formato da cobra, a lagarta simula ataques – inofensivos, já que ela não é venenosa. Esta lagarta fantasiada de cobra está muito ameaçada de extinção por causa do desmatamento.
Animais terrestes: você sabe tudo da vida selvagem? – Superinteressante
Animais terrestes: você sabe tudo da vida selvagem? – Superinteressante.
Insetos podem salvar o mundo da fome e do aquecimento global?

Atualmente, vacas, porcos e ovelhas ocupam dois terços das terras agrícolas do mundo e emitem 20% dos gases de efeito estufa que lançamos na atmosfera. E o consumo de carne só aumenta: há 20 anos, a média global de consumo era de 20 Kg por ano, hoje, consome-se 50 kg, e, em vinte anos, a perspectiva é de que cada pessoa coma 80kg de carne por ano.
Não há planeta que aguente produzir tanta carne e, muito menos, suportar um aumento tão drástico nas emissões de carbono. Por esse motivo, uma das recomendações da ONU para controlar as mudanças climáticas é que todas as pessoas passem, pelo menos, um dia por semana sem consumir carne e diminuam o consumo ainda mais ao longo do tempo.
Há pesquisadores no mundo todo pensando em alternativas que ajudem a conter o aquecimento global e a alimentar os possíveis 9 bilhões de habitantes que seremos em 2050.
Desde 2008, a FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação discute a possibilidade de se incluírem insetos na dieta humana. Na realidade, mais de mil tipos de insetos já fazem parte do cardápio de 80% dos países, especialmente na porção oriental do globo, e são mais populares nas regiões tropicais, onde ficam maiores e são mais fáceis de serem capturados.
A ideia tem o aval do entomologista (estudioso de insetos) Arnold van Huis, da Universidade de Wageningen, na Holanda. Ele diz que essa classe de animais possui um alto nível de proteínas, vitaminas e minerais.
Além disso, de acordo com suas pesquisas, as fazendas de insetos produzem uma quantidade muito menor de gases de efeito estufa se comparadas à pecuária: uma criação de gafanhotos, grilos ou minhocas emite 10 vezes menos metano. Os insetos ainda produzem 300 vezes menos óxido nitroso, que também tem efeito estufa, e muito menos amônia, comum nas criações de porcos e aves.
As fazendas de insetos ainda poderiam gerar renda para comunidades carentes e proteger as florestas, pois além de elas serem o habitat natural de várias espécies, não precisariam ser destruídas pelo avanço das pastagens.
O objetivo da FAO é incentivar, inicialmente, o aumento do consumo de insetos em locais em que a prática já é aceita, mas caiu em desuso por conta das influências culturais do ocidente.
Desde abril, o órgão das Nações Unidas vem desenvolvendo um projeto de criação de insetos no Laos, aproveitado os conhecimentos de 15 mil agricultores familiares que cultivam gafanhotos na Tailândia, país vizinho.
No Laos, a população sofre com deficiência de cálcio – havia, inclusive, uma proposta de se construir uma grande indústria leiteira no país. No entanto, a maior parte dos asiáticos tem intolerância à lactose. Considerando que grilos e gafanhotos são ricos em cálcio e 90% da população do Laos já comeu insetos em algum momento, pode estar aí uma boa solução para a saúde desse povo.
Os cinco animais que mais reciclam
Enquanto os seres humanos insistem em jogar lixo no chão, resíduos recicláveis no compartimento de não recicláveis e também o contrário, certos animais fazem, naturalmente, um belo trabalho de reciclagem. É de se questionar quem é mesmo a espécie mais evoluída por aqui.
A blogueira Jennifer Viegas, do Discovery News, elegeu os cinco animais que mais reciclam no planeta. São eles, do quinto para o primeiro:
Esponjas – a espécie Halisarca caerulea cresce em cavidades escuras e profundas de recifes de corais e, segundo os cientistas do Royal Netherlands Institute for Sea Research, consomem carbono orgânico dissolvido na água em quantidade equivalente à metade de seu próprio peso, por dia. Elas utilizam esse carbono para produzir novas células – os coanócitos – que alimentam outros habitantes do mesmo recife. Isso significa que elas transformam energia perdida em alimento.
Aranhas – espécies que constroem teias arredondadas, como a Cyclosa ginnaga, as decoram com pedacinhos de folhas, pequenos galhos e outros resíduos de plantas e adicionam penugens e fios de seda para criar uma verdadeira obra prima para atrair suas presas.
Elefantes – são eles os responsáveis por comer as árvores de Natal antigas. Segundo Jeniffer Viegas, a prática está cada vez mais comum em diversos zoológicos ao redor do mundo.
Pássaros – usam desde gazes até fios de cabelo, passando por bolas de pêlo de gatos em seus ninhos e provam que os resíduos de uns podem ser matéria-prima para outros.
Escaravelhos – Algumas espécies de besouros não só moram no cocô como também se alimentam dele. Impossível ganhar desses bichos no quesito reciclaglem!
Qual o animal mais forte do planeta?
É um ácaro que carrega até 1 180 vezes o próprio peso – é como se um homem erguesse 80 toneladas. O segredo da força de artrópodes, como ácaros, besouros, formigas e aranhas (veja abaixo), está na anatomia. Todos eles têm muitas fibras musculares, além de um esqueleto externo, ou exoesqueleto, formado de quitina, um material muito resistente. Para reforçar, o sistema vascular aberto permite que a hemolinfa – o sangue deles – circule livremente pelo corpo, irrigando as articulações com mais eficiência. Ah, só para esclarecer, elegemos o Archegozetes longisetosus (nome científico do ácaro fortão) por ser o animal que levanta a carga mais pesada em relação à sua massa. Num ranking de força bruta, nenhum bicho terrestre bate o elefante, que move até 5 toneladas.
Lagarto gigante de 1,80 m é descoberto nas Filipinas

- Crédito: AFP PHOTO / ROYAL SOCIETY / HO / JOSEPH BROWN

Biólogos relataram na última edição da revista científica Royal Society Biology Letters a descoberta de uma espécie de lagarto gigante nas Filipinas, de acordo com o site da Discovery. O réptil é do tamanho de um homem adulto (1,80 m) e, de acordo com os pesquisadores, possui um pênis duplo. O hemipênis, como é chamado, é presente em algumas espécies de lagartos e cobras, mas apenas uma parte dele é usada pelo macho para a cópula.
Ao contrário de seu parente mais próximo, o Dragão de Komodo, o largarto não é carnívoro e nem agressivo. O animal se alimenta de frutas. Nomeado de Varanus bitatawa, foi descoberto na ilha filipina Luzon.
O artigo científico afirma que o lagarto passa a maior parte do seu tempo no alto de árvores, provavelmente para se camuflar e fugir de predadores terrestres.De acordo com depoimento de um dos pesquisadores a Discovery News, Rafe Brown, a espécie não venenosa é uma das mais importantes descobertas de répteis dos últimos anos.









